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Tendências do RH: RH Estratégico

Vivemos na era tecnológica. Estamos conectados 24 horas por dia. Com tecnologias cada vez mais avançadas e comunicação em tempo real, as empresas são obrigadas a acompanhar o ritmo e ampliar seus horizontes. Na área de Recursos Humanos não é diferente. De acordo com a Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), no e-book “Tendências e desafios do RH 2018”, o setor de recursos humanos “não pode mais focar apenas em atingir metas e resultados”. Hoje, é imprescindível que o profissional desta área saiba buscar soluções inovadoras e descentralizar as atividades, investindo em uma gestão integrada.

“Quando pensamos no futuro, nosso grande desafio continua sendo criar uma conexão entre a área de Recursos Humanos e o coração do negócio, além de atuar como parceiros estratégicos dos gestores. Acreditamos que não basta olhar somente as pessoas. Devemos conciliar isso à maneira como elas geram os resultados e estão conectadas com suas funções”, opina Simony Morais, coordenadora de desenvolvimento organizacional da Locaweb.

Segundo Gabrielle Botelho, gerente de RH, da Statoll Brasil, o RH precisa desenvolver uma estratégia de longo prazo sustentável, que alie processos internos e crescimento organizacional.

Na opinião da diretora de recursos humanos da Dlebold Nlxdorf, Fabiana Cymrot, um dos principais desafios do RH é “ser o elo entre os interesses das empresas e dos funcionários”. Para ela, em períodos de transformações e instabilidade, também é importante que o setor ofereça recursos que “contribuam para o crescimento da organização”.

Para a gerente de gestão de pessoas, da BB Tecnologia e Serviços, Jeane Aledi Bukowitz, o momento é de reinvenção, com mais flexibilidade no trabalho e formação digital, e, principalmente, de repensar as estratégias de gestão de pessoas.

Hellen Ferreira, gerente de recursos humanos da Tupperware, afirma que os desafios do setor são muitos, mas que apenas alcançar os desafios não são suficientes. É preciso ir além da estratégia e da mesa de discussões. “Temos que ter o olhar além, fora do alcance. Buscar não as melhores práticas, pois elas se referem a processos e sistemas. Precisamos das melhores soluções, pois essas estão conectadas com a realidade”, explica.